O blog está de cara nova e novo endereço, e eu estou de visual novo. E eu, agora, sou parte da população que usa óculos.
To com preguiça desse blog, acho que vou transformá-lo em twitter.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Banalidades, dilemas e bobagens
Nossa, muito tempo que não atualizo o blog...
Nesse tempo tanta coisa aconteceu...
A obrigatoriedade do diploma de jornalista morreu e Michael Jackson também...
Eu finalmente vou tirar férias do meu trabalho...
Nesse tempo tanta coisa aconteceu...
A obrigatoriedade do diploma de jornalista morreu e Michael Jackson também...
Eu finalmente vou tirar férias do meu trabalho...
O airbus que citei no post abaixo foi localizado... na verdade, partes dele. Poucos corpos de vítimas também, acho que deve ter sido alívio e desespero para os parentes das vítimas... O que essa gente passou não deve ter sido nada fácil...
Minhas melhores amigas estão namorando, então não me sentirei mais culpada por não estar convivendo com elas tanto quanto gostaria, e agora poderemos sair todos juntos, felizes e saltitantes! Porque eu ficava triste que não podia dar atenção a todas as pessoas que eu queria... é complicado administrar muita gente... sempre fui de poucos amigos, mas de amigos verdadeiros, desses que não se pode perder... fiz o que pude pra não me afastar, e elas também. E agora que estão amando, como eu, vai facilitar mais ainda nossa convivência. Estou feliz de verdade, por elas, vai ser bom tê-las de volta na minha rotina. Sentia saudades...
Desde que fiz 20 anos, não me sinto diferente como achei que sentiria... quando eu fiz 18, sim, me senti diferente. O que é de fato estranho, é olhar no meu perfil do Orkut e ver lá, Idade: 20. Poxa vida, eu sei que tenho 20 e aquele maldito fica jogando todo dia na minha cara...
Atualmente estou de férias da faculdade e a caminho do 3º período de jornalismo. Decidi que não vou desistir do curso, por causa do maldito diploma que não será mais exigido. Até porque não estou no jornalismo por dinheiro ou por diploma, óbvio. Estou porque gosto, adoro, amo, sou tarada. E porque acredito que essa história de não exigência de diploma é só na teoria. As empresas muito provavelmente não deixarão de contratar profissionais. Agora o que vai contar é diferencial. Eu estava pensando em trocar de faculdade mas a burocracia é complicada e eu iria demorar muito tempo pra me formar, então decidi continuar, por que tenho pressa e por que estou louca para trabalhar na minha área, não aguento mais trabalhar de Severino, quebra-galho...
Agora vai ter curso de inglês na faculdade, dependendo da qualidade, pode ser muito útil.
Andei pensando muito na minha vida. O problema de férias é esse, a gente analisa muita coisa que quando tem aula e trabalho, não tem tempo de analisar. Quero só ver como vai ser nas minhas férias do trabalho... vou tentar manter a cabeça ocupada, senão ela sai do eixo...
Acho que cheguei num nível de maturidade assustador de uns tempos pra cá...
Assustador eu digo porque tenho apenas 20 aninhos de idade e estou me sentindo com 35, sei lá... é difícil explicar...
Depois de acertar definitivamente os pontos com uma pessoa, não vejo mais motivos para desavenças estúpidas, fúteis. E cara, eu estou muito madura pra minha idade! E to com medo disso, é tão... adulto, tão assustador... vamos ver até que ponto meu lado adulto predomina... por que meu lado criança tá cada vez menos saliente...
Devaneios, dilemas, tanta coisa... e ao mesmo tempo tão pouca coisa.
Cansei por hoje...
Atualmente estou de férias da faculdade e a caminho do 3º período de jornalismo. Decidi que não vou desistir do curso, por causa do maldito diploma que não será mais exigido. Até porque não estou no jornalismo por dinheiro ou por diploma, óbvio. Estou porque gosto, adoro, amo, sou tarada. E porque acredito que essa história de não exigência de diploma é só na teoria. As empresas muito provavelmente não deixarão de contratar profissionais. Agora o que vai contar é diferencial. Eu estava pensando em trocar de faculdade mas a burocracia é complicada e eu iria demorar muito tempo pra me formar, então decidi continuar, por que tenho pressa e por que estou louca para trabalhar na minha área, não aguento mais trabalhar de Severino, quebra-galho...
Agora vai ter curso de inglês na faculdade, dependendo da qualidade, pode ser muito útil.
Andei pensando muito na minha vida. O problema de férias é esse, a gente analisa muita coisa que quando tem aula e trabalho, não tem tempo de analisar. Quero só ver como vai ser nas minhas férias do trabalho... vou tentar manter a cabeça ocupada, senão ela sai do eixo...
Acho que cheguei num nível de maturidade assustador de uns tempos pra cá...
Assustador eu digo porque tenho apenas 20 aninhos de idade e estou me sentindo com 35, sei lá... é difícil explicar...
Depois de acertar definitivamente os pontos com uma pessoa, não vejo mais motivos para desavenças estúpidas, fúteis. E cara, eu estou muito madura pra minha idade! E to com medo disso, é tão... adulto, tão assustador... vamos ver até que ponto meu lado adulto predomina... por que meu lado criança tá cada vez menos saliente...
Devaneios, dilemas, tanta coisa... e ao mesmo tempo tão pouca coisa.
Cansei por hoje...
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Reflexão
terça-feira, 2 de junho de 2009
Em caso de despressurização...
Achei um texto bacana da minha conterrânea Martha Medeiros, coincidentemente (ou não) bem na época que o airbus sumiu... desejo um ótimo dia a todos os queridos leitores e comentaristas deste blog.
Não se sinta culpado em pensar em si próprio. Se quer colaborar com o mundo, comece por você. Eu estava dentro do avião, prestes a decolar, e pela milionésima vez escutava a orientação do comandante: "Em caso de despressurização da cabine, máscaras cairão automaticamente a sua frente. Coloque primeiro a sua e só então auxilie quem estiver a seu lado". E a imagem no monitor mostrava justamente isso, uma mãe colocando a máscara no filho pequeno, estando ela já com a dela. É uma imagem um pouco aflitiva, porque a tendência de todas as mães é primeiro salvar o filho e depois pensar em si mesma. Um instinto natural da fêmea que somos, todas. Mas a orientação dentro dos aviões tem lógica: como poderíamos ajudar quem quer que seja estando desmaiadas, sufocadas, despressurizadas?Isso vem de encontro a algo que sempre defendi, por mais que pareça egoísmo: se quer colaborar com o mundo, comece por você. Tem gente à beça fazendo discurso e reclamando em nome dos outros, mas mantém a própria vida desarrumada. Trabalham naquilo que não gostam, não se esforçam para manter uma relação de amor prazerosa, não cuidam da própria saúde, não se interessam por cultura e informação e estão mais propensos a rosnar do que a aprender. Com a cabeça assim minada, vão passar que tipo de tranqüilidade adiante? Que espécie de exemplo? E vão reivindicar o quê? Quer uma cidade mais limpa, comece pelo seu quarto e seu banheiro. Quer mais justiça social, respeite os direitos da empregada que trabalha na sua casa. Um trânsito menos violento, é simples: avalie como você mesmo dirige. E uma vida melhor para todos? Pô, ajudaria muito colocar um sorriso neste rosto, parar de praguejar, encontrar soluções viáveis para seus problemas, dar uma melhorada em você mesmo. Tudo o que nos acontece é responsabilidade nossa, tanto a parte boa como a parte ruim da nossa história, salvo tragédias pessoais e abandonos sociais. E, mesmo entre os menos afortunados, há os que viram o jogo, ao contrário dos que viram uns chatos. Antes de falar mal da Caras, pense se você mesmo não anda fazendo muita fofoca. Coloque sua camiseta pró-ecologia, mas antes lembre-se de não jogar lixo na rua e nem de usar o carro desnecessariamente. Uma coisa está relacionada com a outra: você e o universo. Quer salvá-lo? Garanta-se primeiro. Não se sinta culpado em pensar em si próprio. Cuide da sua saúde. Arrume o que é seu. Agora sim, estando quite consigo mesmo, vá em frente e mostre aos outros como se faz.
terça-feira, 26 de maio de 2009
Alguma coisa mudou?
Hoje é o primeiro dia depois de completar meus 20 anos. Agora tenho 20 anos oficialmente.
Se alguma coisa mudou?
Não. Ainda não.
Se alguma coisa mudou?
Não. Ainda não.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
terça-feira, 19 de maio de 2009
Felicidade Realista - Mário Quintana
Momento de reflexão...
A princípio bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos. Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis. Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas. E quanto ao amor? Ah, o amor.... não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar a luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o que dá ver tanta televisão. Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. Ter um parceiro constante pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se tratade amor-próprio. Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade. Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar. É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo. Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração.. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade.
Bom dia pra você :)
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Reflexão
quinta-feira, 14 de maio de 2009
O que querem as mulheres?
"A grande questão que nunca foi respondida, e que eu ainda não fui capaz de responder, apesar de 30 anos de pesquisa sobre a alma feminina, é: o que querem as mulheres?"
Sigmund Freud
Se Freud (homem) não explica, Danuza Leão (mulher!) explica:
Sigmund Freud
Se Freud (homem) não explica, Danuza Leão (mulher!) explica:
"Mas, afinal, o que querem as mulheres de um homem? O que nós queremos? Em primeiro lugar; que ele nos ame muito; muito, mas não exageradamente. Que nos entenda, que nos ouça sempre com muita atenção, mesmo que não esteja muito interessado no que estamos falando (mas fingindo estar). Não, ele não precisa nos trazer flores; mas deve estar sempre nos procurando, fazendo um carinho no nosso ombro, pousando (apenas pousando) a mão na nossa coxa por debaixo da mesa ou quando estiver dirigindo o carro, coisa de quem se sabe dono absoluto do nosso coração (e do nosso corpo); só faz isso um homem seguro, que é o que todas nós queremos. Por outro lado, é preciso que ele nos solicite muito, pergunte que gravata deve usar; se gostamos da água-de-colônia nova, que carro deve comprar, mesmo que acabe fazendo o que quer; sem dar a mínima para nossa opinião. Mas também é preciso que às vezes fique quieto, calado, para nos deixar bem inquietas, imaginando no que será que ele está pensando. Mulher não pode nunca se sentir nem muito segura nem muito insegura: tem que ser no ponto certo. O ponto certo, essa é a questão. Para isso é preciso sensibilidade, coisa fundamental no homem que se ama. Sensibilidade para sentir quando estamos precisando de um carinho, de um amasso ou de ficar em silêncio. E ser capaz de, na hora de uma briga, dizer “vem cá, sua boba”, e a gente se aninhar nos braços dele esquecendo de tudo que estava falando. Ah, como é bom um homem assim. Não é preciso que ajude a lavar os pratos nem a arrumar a cozinha, essas bobagens a gente faz com o maior prazer quando ama. Mas a cada cinco minutos pode perguntar: enquanto assiste o futebol (sem tirar os olhos da TV), se ainda vai demorar muito essa arrumação, pedir para você levar uma cerveja e dizer “vem sentar do meu lado para ver o jogo”. Esse jogo não nos interessa nem um pouco, mas saber que ele precisa de nós num momento tão crucial é tudo de que precisamos para sermos felizes. E quando o time dele fizer um gol e ele comemorar te abraçando e beijando muito, seja solidária e mostre-se tão feliz como se tivesse acabado de ganhar o mais lindo vestido da última coleção de Valentino. Não basta ser mulher: tem que participar. A hora de ir para a cama é muito importante: mesmo que ele esteja estudando um processo ou lendo uma revista em quadrinhos, é fundamental que ponha a perna em cima da sua, para que você sinta que, aconteça o que acontecer, ele estará sempre ligado em você. E um homem que quer ser amado sobre todas as coisas não pode jamais, mas jamais, depois de apagar a luz do abajur; se virar de costas para dormir; isso é crime que nenhuma mulher perdoa. E quando, já no escuro do quarto, ele faz um carinho na sua cabeça e se encaixa - não há mulher que resista a um homem que sabe se encaixar bem -, aí é que você sente a felicidade total e pensa que é aquele homem, aquele e nenhum outro, que pode fazê-la feliz. É só isso que queremos dos homens. Não é pedir muito, é?”
Danuza Leão
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